segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Pelegrino































Há um tempo perdido

Em cada esquina...
Vale, montanha, precipício.
Onde o vazio da existência
Materializa-se em um perdido sorriso,
De uma criança solta, perambulante
Afoita por um aconchego inexistido:
De qualquer estranho, viajante,  
Cismado tentando romper o silêncio
Com ocultas palavras nunca ditas!
Fizemos de nós somente isso:
Uma sombra de um cão sem dono, vadio
À mercê da sorte, inerte ao destino.
Alguém que espera calado
Na beira do nada, do infinito...
Por algo assim: aquém ao desatino.

2 comentários:

  1. às margens da esperança ancoramos nosso destino! Sempre é tempo de recuperar o coração que sangra.
    Beijo, poeta!

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  2. Lindo Schultz, sempre são intensas a suas palavras...
    Extraindo suas escondidas essências que convergem no garimpar e lapidar das emoções incontidas!


    Beijos Poetisa!

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